terça-feira, 22 de novembro de 2011

ESTAÇÃO CIÊNCIA DA USP

Mesmo para quem não gosta de ciência, este museu é uma ótima opção para todas as idades, pois de crianças a idosos, você interage com os objetos e experiências, podendo tirar fotos.

A Estação Ciência não é só sobre ciência, mas também abrange áreas como meio ambiente, física, biologia, meteorologia, geografia, urbanismo, geologia, matemática e astronomia, isso sem contar com um planetário inflável.

Umas das atrações que faz mais sucesso entre os visitantes é a Sala Terremoto. “As pessoas entram numa sala e o monitor liga um dispositivo que faz o chão vibrar, simulando um terremoto de baixa intensidade” — explica Ernani Baroni, assistente técnico de direção do museu.

Outra atração que causa curiosidade aos visitantes, é a que lida com a eletrostática, que arrepia os cabelos, ou dá pequenos choques nas pessoas.

Informações sobre a exposição:

Localiza-se na Rua Guaicurus, nº 1394 – Lapa

Horário de funcionamento: terça à sexta feira: das 8h às 18h. Sábado, domingo e feriados: das 9h às 18h.

Ingressos(inteira): R$ 4,00.

Meia entrada: R$ 2,00.

Valentina Rosset e Luiza Mazzer - 5º ano E

MORUMBI ENTRA EM CRISE

Moradores do Morumbi estão assustados com os atos de criminalidade da região, e o pior é que isso só esta aumentando.

Cláudia Antunes Jollo, uma escritora que mora no bairro diz: “Quem quer viver em um bairro onde o nível de segurança é tão baixo?”.

Outra moradora diz que precisa chamar o guarda da rua para sair de casa e por o lixo para fora, o que é um absurdo.

Habitantes da região acham que a criminalidade está aumentando porque há favelas na região, o que é um bom meio para os ladrões fugirem.


André Sanazar Bruno Capella - 5°E

OBJETOS OBSOLETOS FAZEM MAL AO AMBIENTE E GOVERNO QUER RECICLAR

Em São Paulo se produz muito lixo tecnológico, como celulares que não duram mais do que dois anos, computadores que não duram mais do que cinco anos, pilhas, e etc.

Esses objetos que são descartados fazem mal ao ambiente, viram lixo prejudicam o ambiente. No entanto quando reciclados eles podem ser reutilizados e não estragam o ambiente.

O Brasil é o país que mais descarta computadores pessoais, 0,5 kg por habitante. Na China esse valor é de 0,2 kg por pessoa.

O número de máquinas vendidas no país subiu 15 % a 20% em 2010, e atingiu 13,3 milhões.

No mundo todo são produzidos 40 milhões de toneladas de objetos eletrônicos anualmente, sendo que apenas 10 % são recicladas apropriadamente.





Gabriel Ditticio e Otavio Costa - 5º ano E

PROJETO QUIXOTE AJUDA ADOLESCENTES CONTRA O VÍCIO

O projeto Quixote é uma ONG em São Paulo que fica na Vila Mariana. Essa organização agrupa crianças e adolescentes viciados em crack entre outras drogas, ajudando elas a superar esse vício por meio de oficinas de grafite e hip-hop (entre outras). O projeto Quixote foi fundado em 1996 por Auro Lescher, psiquiatra da Escola Paulista de Medicina. Esse projeto tem cerca de 1600 crianças e adolescentes, aproximadamente 69 funcionários, gasta anualmente três milhões de reais e seus maiores patrocinadores são a Prefeitura de São Paulo, Porto Seguro e Petrobrás. O projeto ganhou em 2009 o prêmio Best in Class do Recognition Award da multinacional londrina Pricewaterhous Cooper.

O projeto também inclui percussão, artesanato, arte com sucata e o mais almejado pelos jovens, o grafite.

Ronaldo, jogador do Corinthians, depois de erguer a taça de campeão paulista pelo Corinthians doou sua camisa nove à instituição que a vendeu para o site Bidy, que por sua vez iniciou um leilão virtual que até agora teve 12000 lances, e se o comprador ultrapassar o valor do site, 10% desse total será revertido á instituição.

Miguel Pires e Pedro Cunha - 5°ano E

DESENHANDO DIFERENTE

Já imaginou se todas as pessoas fossem desenhos? E se o mundo fosse animado? Pois é, a ilustradora e designe Laura Teixeira criou um curso de desenho, no instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, que foi inaugurado dia 22 de agosto deste ano.

As crianças constroem objetos tridimensionais, com diversos tipos de técnicas e materiais. Nas oficinas, aprendem sobre as escalas, a linha, a luz, as cores, e a partir disso, seus próprios corpos viram ferramentas de desenho. O curso dura quatro meses e é para crianças de oito a 12 anos.

Laura comenta que desenhar com o corpo não é como desenhar com o papel. Diz que temos que entrar no mundo da fantasia usando luvas, chapéus, máscaras etc... Assim eles se imaginam dentro de um próprio desenho.

As aulas começam com a imaginação. As crianças imaginam como seriam se fossem feitas de outra maneira. Laura faz isso através de perguntas.

A Laura diz que se fosse um desenho queria que seu rosto fosse prateado com brilhos dourados em algumas partes e as bochechas vermelhas em degrade. Gostaria de cabelos bem compridos que se parecessem com um líquido (talvez feito com papel celofane). Uma roupa escura, mas cheia de escamas transparentes e brilhantes. Pés e mãos feitos de nuvens branquinhas. Também usaria um par de chinelos de dedo. Desenharia umas formas vermelhas pelo braço e colocaria um dragão lilás e dourado na cabeça, como se fosse um chapéu em forma de bicho.

Beatriz Setti e Stella Souza - 5º ano E

AVALIAÇÃO PROVA QUE ALUNOS DE 3º ANO LUTAM CONTRA IGNORÂNCIA

A Prova ABC (AVALIAÇÃO BRASILEIRA DO FINAL DO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO) aplicada para seis mil alunos que concluíram o 3º ano mostra que metade das crianças brasileiras não aprendem o mínimo. A avaliação foi feita por crianças de escolas públicas e privadas de todas as capitais brasileiras e mostrou também a grande diferença de aprendizado das duas redes e seu resultado foi publicado dia 26/8/2011. Segundo afirma a diretora executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, a educação que deveria compensar as diferenças socioeconômicas não alcança este objetivo. ”A grande desigualdade que tende a se agravar no ensino médio já se faz presente nos primeiros anos do fundamental”. Grande parte das escolas particulares paulistanas frequentadas pelas classes sociais mais altas, tem o objetivo de, ao fim do 1.º ano do ensino fundamental - portanto, aos 6 anos - ter a sala toda sabendo ler e escrever com facilidade. E por fim o resultado da prova ABC comprova que 44% dos alunos de 3°ano não têm os conhecimentos necessários em leitura; 46,6% em escrita; e 57% em matemática.
Bruno Sampaio e Guilherme Favaro - 5º ano E
FONTE DO TEXTO: Estadão

TECNOLOGIA OBSOLETA PODE SER ATUAL

Tecnologias obsoletas são tecnologias que deixaram de ser usadas, desde consoles de videogames até discos de vinil e fitas cassetes. Porém, muitas pessoas acreditam que esse material ainda tem potencial de ser usado para criar coisas interessantes como jogos e músicas.

Chips de jogos antigos estão sendo usados como tipos de instrumentos musicais eletrônicos. Esse movimente é chamado de Chip Music.

Pessoas deste movimento compartilham suas criações de Chip Music em comunidades da internet.

Outra tendência que está voltando dos anos 70 são as fitas cassetes. Essas são usadas para gravar músicas que, normalmente, não entrariam em CDs.

Mas por que, tendo tantas tecnologias modernas, recorrer às antigas? Porque essas pessoas gostam de se impor limites para criar coisas novas e desafiadoras. Além disso, é um ótimo exemplo para as pessoas que jogam computadores e celulares fora quando surgem modelos novos, pois mostra que todo esse equipamento jogado fora tem seu valor.

Assista aqui nossa entrevista com Larissa Pontez, de 22 anos, produtora do Mod MTV, programa sobre tecnologia.

Miranda Mello e Laura Andrade - 5° ano E

PADRÃO VISUAL DOS TÁXIS VAI MUDAR

No dia 24 de agosto de 2011 a Prefeitura de São Paulo divulgou que os táxis vão ganhar uma faixa quadriculada de 10 centímetros de largura nas laterais e na traseira do carro. As faixas poderão ser coladas ou pintadas nas cores amarelo e preto, e nos veículos da categoria especial as faixas serão brancas e vermelhas.
O veículo continuará sendo branco, cor adotada em 1989, mas a faixa será colocada para facilitar a visualização pelos usuários e reforçar a fiscalização. O carro também deverá ter o número de registro da prefeitura e a identificação da frota a que pertencem (radiotáxi, cooperativa etc.)

Essa identificação será adotada pelos 1.200 carros novos que serão adicionados à frota por sorteio.

Esta faixa quadriculada lembra os antigos táxis de Nova Iorque, Barcelona (veículos pretos com portas amarelas) e Madri (brancos com faixas diagonais vermelhas), que também usam identificação lateral.

Luiz Nigro e Luiza Galeotti - 5°ano E

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A RESPONSABILIDADE DE SER DIRETOR DE UM GRANDE TIME DE FUTEBOL


Os diretores de um time de futebol têm uma vida muito complicada, dando opiniões difíceis e polêmicas para o time e para os jogadores. Sendo honesto, ele precisa falar para o técnico o que está em sua mente em relação aos jogadores. Para não tomar decisões erradas, ele sempre tem outro “colega” para ajudar-lhe na decisão final.
Fernando Fumagalli e Renato Federico - 5° ano B