Aposto que você nunca viu antas pintando quadros. Pois é, no ZOO dos EUA, fizeram essas experiências com antas (e deu certo). Com ajuda da tratadora, usaram tinta orgânica comestível para fazê-las pintarem nas telas. Pensando que a tinta é a comida, a tratadora coloca tinta comestível, que não faz mal para os animais, e atrai as antas que lambem as telas de pintura, esparramando a tinta pelo quadro, usando a língua como pincel. Os quadros estão sendo leiloados nos Estados Unidos, porém o dinheiro arrecadado vai para centros de pesquisa no Brasil. As antas pintoras se chamam Brevard, Brookfield, Houston, John Ball, San Diego e Woodland Park e vieram de seis zoológicos diferentes.
A Casa da Moeda brasileira fez 11.601 documentos com falha nos chips, por isso nos postos de fronteiras, nos portos e nos aeroportos as máquinas eletrônicas podem não conseguir reconhecer os chips desses passaportes. Os documentos que contém defeito foram feitos entre 2 de março a 6 de abril, durante esse tempo foram produzidos 170 mil passaportes . O defeito aconteceu, pois um programa deste lugar começou a usar um modelo novo que não repassou ao chip sinais gráficos dos dados pessoais, mas os caracteres estão certos impressos no passaporte. Apesar do erro, a Casa da Moeda brasileira diz “que o problema nas máquinas está sendo consertado”. Os donos desses passaportes estão sendo avisados para trocar nos locais que fizeram e assim conseguirem usá-los.
Nas marginais do Rio Tietê, havia uma árvore localizada dentro de uma bolha, cujo significado era conscientizar a população que o meio ambiente está sendo ferido com o processo de construção de fábricas, usinas e tudo o que solta fumaça. A bolha estava envolvendo a árvore como se fosse um escudo, e a árvore representava o meio ambiente inteiro. Toda a instalação queria dizer que é necessário cuidar do meio ambiente e que a população não está fazendo o seu dever. Muitos artistas que se preocupam com o meio ambiente fazem obras que mostram o ser humano e sua intervenção no meio ambiente, como o Frans Krajcberg. Algumas de suas obras refletem sobre a paisagem brasileira, principalmente sobre a Floresta Amazônica e sua unânime preocupação com a preservação do meio ambiente. Atualmente, o artista se dedica à arte fotográfica.
Os veterinários do Zoológico de São Paulo estão buscando opções para aquecer e cuidar dos animais para que não peguem doenças, principalmente nessa época de frio, já que a maioria deles passa praticamente, todo o dia em áreas abertas, expostos ao frio, ao vento, às chuvas... A família de chimpanzés, por exemplo, recebe cobertores, mas quando os pegam, molham os mesmos usando-os molhados, correndo um risco ainda maior, de adoecer. Além de cobertores, os veterinários oferecem em suas dietas, rações próprias para primatas, composta de: mel, melaço, ração, remédios e frutinhas, tudo misturado. As aves também ganham aquecimento, coberturas de plástico, tocas de madeira nas gaiolas. A casa dos tamanduás foi forrada com feno onde passam boa parte do dia dormindo. Já os répteis e anfíbios, que não produzem calor, podem ficar parados e sem poder se defender do frio. As tartarugas conseguiram vencer o frio, porque os veterinários instalaram um aquecedor que deixa a água a 25 ºC. Para os leões e os tigres, não colocaram aquecedores, mas a alimentação é reforçada.
Giz, mochilas com cadernos, estojos e apostilas não serão mais comuns no nosso cotidiano escolar. Eles, em breve, poderão ser adaptados para o Ipad, o mais novo tablet da Apple, ou o Kindle, da Amazon. No segundo semestre desse ano pelo menos três colégios particulares iniciarão essa adaptação, Objetivo, Pueri Domus e o Santa Cruz No nosso colégio, o Santa Cruz, será implantado um projeto piloto para ver se o Ipad e o Kindle se adaptam bem. O projeto será testado pelos funcionários do nosso CEI (Centro de Ensino de Informática) e pelos professores e coordenadores. Se o resultado for positivo, poderemos ter essa tecnologia em nossas salas de aula. Mas, há certa desconfiança dos professores sobre os alunos se distraírem com joguinhos e com a própria Internet e suas Redes Sociais. Chico Dias e Rodrigo Schutt – 5°Ano D
Em um passeio de barco dois italianos, chamados Vittorio Assaf e Fabio Granato se perderam no mar. Após alguns dias perdidos, começaram a passar fome. Então eles fizeram uma promessa: “se sairmos daqui vivos, abriremos um restaurante.” Dito e feito. Após saírem dessa grande “aventura”, abriram o tal restaurante. Escolheram o nome, Serafina e o lugar, Nova York. Tendo em vista que o restaurante fez muito sucesso, começaram a abrir outras filiais, que se chamam: Serafina Fabulous grill, Serafina Osteria, Serafina Broadway, Serafina at The Time Hotel, Serafina Philadelphia e Serafina East Hampton. Quando esses outros restaurantes fizeram muito sucesso, resolveram abrir um aqui em São Paulo, que é um lugar com bastante novidades em restaurantes. Entrevistamos um dos sócios do restaurante em São Paulo, leia o que ele nos contou: Resolvi investir porque pensei que fosse uma boa oportunidade para diversificar os investimentos e porque o nome SERAFINA é um nome conhecido no mercado internacional. Maiores problemas: Atendimento ao cliente, qualidade da comida, preços e controle do pessoal que trabalha no restaurante. Outros restaurantes: Gosto dos outros restaurantes. Cada um tem a sua caracteristica. Mas os preços estão ficando caros demais. Melhor prato: Risotto ai funghi procini; penne al pomodoro; e focaccia Serafina. Alessandro e André Silva – 5º ano D